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domingo, 17 de julho de 2011

Veja algumas correções em conformidade com as competências do ENEM

Muito se fala, ou melhor, se pergunta a respeito de critérios para estas correções do ENEM. No trabalho acima, alguns colegas buscam respostas à - talvez - maior dúvida do estudante que tem o domínio - em suma - do texto: "Como - e quem!!! - se corrige uma dissertação no Exame Nacional do Ensino Médio?"

sábado, 14 de maio de 2011

"Escrita: o espelho da fala..." Vixe, estamos fritos!


O padrão do texto dissertativo, meus jovens, no Enem, obedece à norma culta de nosso idioma (é o primeiro item avaliado em sua redação); sim, aquele Português com que, desde os primórdios de nossos estudos, defrontamo-nos... O dia em que banalizarem a escrita, face a esta corrente de simplistas, estaremos perdidos, "ou sejE", "numa pior"!

O brasileiro escreve mal, mesmo estudando; e não escreve mal pela forma (signos), escreve mal por falta de conteúdo, pela falta de organização de suas ideias no papel.

Pois quem tem conteúdo valoriza a boa escrita, os preceitos linguísticos. Quem tem conteúdo é um sujeito bacana, que quer transmiti-lo à sociedade da maneira mais clara possível, com início, meio e FINALIDADE.

Quer soluções; brada por isso - sabe que não pode mudar o mundo, mas tenta! É um navegador num mar bravio, desafiando as vagas!

O Brasileiro deve continuar estudando a Norma Culta, mesmo que ela se esconda ("Oculta", como Bagno) vez que outra. Porque, neste jogo de esconde-esconde, nosso dever é "achá-la" e, assim, encontrarmo-nos no mundo.

Um ser letrado é respeitado.
O povo letrado seria o quê?

Seja valentão, mas com a Língua (?!)... UFPel-2011

Vou arriscar: o ENEM-2011 terá como tema:

Este tema foi dado, como possibilidade, junto de outros dois (para escolha do vestibulando, que mordomia!), no vestibular de Verão/2011 da Universidade Federal de Pelotas!?!? Pelotas????!!!! Pô, sem deboche, cara! Olha o Bullying! Risos.. em tempo, do inglês bully, "valentão".

domingo, 3 de abril de 2011

ENEM 1998

Amigo leitor, você pode observar que os caras começaram devagar, quase parando... Em fase inicial, propor um tema complexo poderia ser um tiro no pé e expor uma situação óbvia que deveria ser varrida para baixo do tapete: o aluno brasileiro não sabe escrever. É um dilema: não constrói frases nem exprime ideias com início, meio e fim. Uma conjuntura toda, tão colossal que daria um Tratado, bom..."tem" teórico demais alinhavando estas causas e múltiplas consequências, em Mestrados, Douturados etc. Mas a mão à massa, quem põe, mesmo, somos nós, humildes operários que receberam licença do Estado ("Vai, tua sala é aquela ali, precisas de giz?!?") para 'ensinar' redação aos alunos, muitos dos quais mal sabendo arquitetar uma oração. Pai nosso, digo eu! Lá vamos nós...

Nesta proposta, assim, deveria o destemido aluno observar o "lado bom da vida", deveria dar sustento à ideia de que, vivendo, se aprende, de que errando, se aprende, de aprendendo, se aprende - logo, na "a vida é um constante aprender."; a lá se foram os milhares de clichês que usamos day by day, do tipo É VIVENDO QUE SE APRENDE, A VIDA É PARA SER VIVIDA, VIVER UM DIA DEPOIS DO OUTRO, APRENDENDO COM OS ERROS ETC.

Devem ter lido cada barbaridade, os revisores... o cidadão que pouco escreve tende a pouco expressar e, sem saída, tende a girar em torno de uma dezena de lugares-comuns, suas bengalas, amuletos, aos quais se abraça esperando o juízo final, melhor dizendo - a linha final.

E falam em NORMA CULTA pra molecada de 16 anos, espinhas, pentelhos... os caras devem estar brincando com a galera, só pode. Escrever NORMA CULTA é mais ou menos como mandou escrever em sua lápide o Mario Miranda: EU NÃO ESTOU AQUI. Enem, digo, e nem aí!

Mas "lê" digo, mermão: era um tema fácil, vasto, mas rasteiro que nem cobra. A vala-comum deve guardar, até hoje, restos, digo, textos de português curto - e inculto. Ser banal é o must!

"É bonita, é bonita e é bonita." Será que disseram isso, "portanto", ao lerem alguma das dissertações da meninada? Acho que...